
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) decretaram ponto facultativo para os servidores públicos estaduais e municipais, respectivamente, nesta sexta-feira (24).
A decisão foi tomada devido a continuação da paralisação dos metroviários, iniciada na quinta e com previsão inicial para durar 24 horas.
Em assembleia realizada na noite de quinta-feira, o Sindicato dos Metroviários decidiu prosseguir com a paralisação.
Em nota enviada à imprensa, o governador anunciou o ponto facultativo nas repartições públicas estaduais da capital e da região metropolitana de São Paulo.
Já o comunicado de Nunes citou as exceções, que não terão ponto facultativo: serviços essenciais como serviço funerário, unidades de atendimento das secretarias de Saúde e Assistência Social, toda a rede municipal de ensino e a segurança.
O vaivém de decisões sobre a greve confundiu os passageiros desde o início da manhã desta quinta, provocando aglomeração nas estações e superlotando os ônibus e trens, que mantiveram suas rotinas diárias.
Por dia, 3 milhões de passageiros utilizam o sistema por dia, segundo o Metrô. Antes da pandemia, a média ficava entre 3,8 milhões e 4 milhões de passageiros.
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